Grupo Levens lança ecossistema para profissionalizar empresas de cuidados no Brasil

E-Cuid reúne tecnologia de gestão, capacitação de cuidadores e modelo jurídico voltado a empreendedores do setor, sem cobrança de royalties sobre o faturamento.

O setor de cuidados domiciliares movimenta uma cifra estimada em R$20 bilhões por ano no Brasil, segundo projeções de mercado embasadas no Censo FIPE/NEAD. O problema é que a maior parte das empresas do segmento ainda opera sem sistema de gestão e sem formação contínua para as equipes. Falta também estrutura jurídica que proteja o negócio de passivos trabalhistas. O E-Cuid nasceu para fechar essa lacuna.

Como o E-Cuid se diferencia de uma franquia tradicional?

O ecossistema foi desenvolvido pelo Grupo Levens, que tem mais de uma década de atuação no segmento e atende clientes em todo o país. A proposta é ajudar empreendedores a abrirem ou profissionalizarem negócios de cuidado e acompanhamento de pacientes fora do modelo tradicional de franquia. Não cobra royalties sobre o faturamento. Não impõe território exclusivo. E não obriga a comprar insumo de fornecedor credenciado.

Qual erro do setor o E-Cuid quer corrigir?

“Nós construímos o E-Cuid com base nos erros que vimos se repetirem no setor ao longo de dez anos. Empreendedor que abre empresa sem CNAE (Classificação Nacional de Atividades Econômicas) correto. Empresa que cresce e não tem sistema para gerir os cuidadores. Agência que não tem contrato de prestação de serviços adequado e acumula passivos que aparecem depois”, explica Eduardo Líneker, fundador do Grupo Levens.

O que compõe o ecossistema E-Cuid?

Na prática, o ecossistema tem três partes que se conversam. O Ecuid App cuida da gestão operacional, com módulos de empresa, financeiro, marketing e comunicação com famílias, além de relatórios de atendimento. O Programa Nacional de Qualificação de Cuidadores (PNQC) certifica os profissionais com credencial verificável. E o Portal Nacional do Cuidador funciona como vitrine: é ali que as empresas do ecossistema captam clientes e divulgam seus profissionais.

Quanto custa participar do E-Cuid?

Os planos variam conforme o tamanho da operação, mas em nenhum deles a E-Cuid fica com parte do faturamento: a receita é toda do empreendedor local.

“O empreendedor do setor de cuidados não precisa de uma franqueadora dizendo o que pode ou não pode fazer. Ele precisa de tecnologia que funcione, de formação específica e de um contrato que proteja o negócio dele. É exatamente isso que entregamos”, afirma Eduardo Líneker, fundador do Grupo Levens e criador do E-Cuid.

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