Em dezembro de 2025, a Autoridade Nacional de Proteção de Dados (ANPD) incluiu inteligência artificial entre os quatro eixos prioritários de fiscalização para 2026-2027. A decisão muda o contexto em que empresas brasileiras adotam IA, e desloca a discussão da camada da ferramenta para a camada da arquitetura. Para Carlos Guerra Jr., fundador da Omni-Inbox.AI, plataforma brasileira sediada em Delaware, a virada já chegou.
A pressa para anunciar uma estratégia de IA tem levado empresas a comprar a decisão errada. Para quem opera o setor por dentro, o mesmo erro se repete em conselhos diferentes, e ele raramente é técnico. É de requisito.
O Brasil é hoje o 5º país com mais profissionais contratados por empresas internacionais. Para diretores e altos executivos, a mobilidade global abre oportunidades, mas também expõe a armadilhas contratuais capazes de corroer benefícios construídos ao longo de décadas de carreira, alerta a advogada Giovana Atarasi Jurca
O Brasil bateu recorde de registros de marca em 2025, puxado por microempreendedores. Por trás do número, uma virada de mentalidade: a marca deixou de ser um detalhe de identidade e passou a ser um ativo que pesa no valor da empresa, e que pode ser perdido por quem demora a protegê-lo.
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