O período vivido pelo Brasil entre 2023 e2024 serve como um exemplo contundente da amplitude e da gravidade dos impactos sobrepostos que podem ser desencadeados por um evento de calor extremo.
A constatação está num capítulo especial de um novo relatório da Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO, na sigla em inglês), elaborado em conjunto com a Organização Mundial de Meteorologia (OMM).O texto afirma que o calor extremo está emergindo como uma das ameaças mais urgentes e menos compreendidas à agricultura e à segurança alimentar em todo o planeta.
