A transformação digital do mercado imobiliário está avançando para uma de suas etapas mais burocráticas: o registro de imóveis. Com a padronização nacional dos registros eletrônicos, a expectativa é acelerar financiamentos, reduzir retrabalho e facilitar a troca de informações entre cartórios, bancos e incorporadoras.
Embora a digitalização dos registros públicos tenha sido prevista pela Lei nº 14.382, de 2022, o tema voltou ao centro das discussões do mercado imobiliário neste ano após o Conselho Nacional de Justiça (CNJ) regulamentar, por meio do provimento 228 de 2026, de junho, um modelo nacional padronizado para o envio eletrônico de informações aos cartórios de registro de imóveis, que se apresenta como uma nova infraestrutura de dados para o mercado imobiliário brasileiro.
